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	<title>Dorcas</title>
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		<title>Sorrisos contagiantes, não é mesmo? Sabem de quem são?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte Instituto Dorcas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 22:12:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; &#160; Estas lindas risadas são das crianças Serer, que moram ao redor de uma cidade chamada Thiadiaye, onde, como vocês têm acompanhado, estamos construindo uma escola para 400 crianças. Diariamente, esses pequeninos percorrem cerca de 10 a 15 km para ir à escola. Aspectos culturais e sociais de um povo: O povo Serer é [&#8230;]]]></description>
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<p><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-1148 aligncenter" src="https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-04-12-at-21.40.37-300x225.jpeg" alt="" width="765" height="574" srcset="https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-04-12-at-21.40.37-300x225.jpeg 300w, https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-04-12-at-21.40.37-768x576.jpeg 768w, https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-04-12-at-21.40.37-1024x768.jpeg 1024w, https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-04-12-at-21.40.37-463x348.jpeg 463w, https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-04-12-at-21.40.37.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 765px) 100vw, 765px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estas lindas risadas são das crianças Serer, que moram ao redor de uma cidade chamada Thiadiaye, onde, como vocês têm acompanhado, estamos construindo uma escola para 400 crianças. Diariamente, esses pequeninos percorrem cerca de 10 a 15 km para ir à escola.</p>
<p><strong>Aspectos culturais e sociais de um povo:</strong></p>
<p>O povo Serer é um grupo etno-religioso da África Ocidental. São o terceiro maior grupo étnico do Senegal, constituindo 15% da população senegalesa. A sua origem mais provável é nos arredores do vale do rio Senegal, na fronteira entre o Senegal e da Mauritânia. Eles foram migrando para o sul ao longo dos séculos XI e XII, e novamente nos séculos XV e XVI, quando suas aldeias foram invadidas e eles foram submetidos a pressões religiosas dos povos que invadiram o seu território.</p>
<p>Segundo Cheikh Anta Diop, um importante político e acadêmico, reconhecido como um dos maiores historiadores da história &#8211; que inclusive já contamos aqui em nosso site &#8211; a palavra Serer significa “aquele que traça o templo”. Para as pessoas do Senegal, isso possui relação com a posição religiosa do povo: eles são uma das raras etnias que resistiram ao Islã na época das invasões expansionistas dos povos árabes. A maioria das pessoas que se identificam como Serer falam a língua também chamada Serer, que é falada principalmente nas regiões de Sine-Saloum, Kaolack, Diourbel, Dakar e até na Gâmbia.</p>
<p>Eles tiveram uma cultura sedentária estabelecida e são conhecidos por seu caráter pacífico e sua experiência em agricultura e criação de gado. Os Serers praticam o comércio, agricultura, pesca, construção de barcos e pecuária. Tradicionalmente, o povo Serer era fazendeiro e proprietário de terras. Embora pratiquem a pecuária, geralmente são menos conhecidos por isso. No entanto, eles são conhecidos por sua agricultura mista. O comércio também é uma atividade econômica de sucesso entre o povo.</p>
<p>Os Serers resistiram à expansão do Islã pelo povo Wolof no século XIX, e então se tornaram alvo da jihad (guerra santa) de 1861 liderada pelo clérigo da etnia mandinka Ma Ba Jaxoo. As guerras envolvendo o povo Serer continuaram até 1887, quando as forças coloniais francesas conquistaram o Senegal. Depois disso, a conversão do povo Serer ao Islã se acelerou. No início da década de 1910, cerca de 40% dos Serers havia adotado o Islã como religião e, na década de 1990, cerca de 85% deles se declaravam muçulmanos. A maioria dos Serers recém-convertidos ingressaram em confrarias Muçulmanas da linha sufi, particularmente Mouride e Tijaniyyah Tariqas. Atualmente, a maioria da população Serer é muçulmana, mas também há muitos cristãos (católicos e protestantes), embora uma pequena parcela, principalmente entre os que vivem no meio rural, continue seguindo sua religião tradicional, praticada séculos antes das invasões árabes e europeias.</p>
<p>As aldeias ao redor da escola que estamos construindo são praticamente 100% de pessoas da etnia Serer. A nossa visão é de que, através dos projetos, as crianças e suas famílias &#8211; por quem temos muito carinho &#8211; possam ser alcançadas e que a perspectiva de um futuro próspero seja fortalecida cada dia mais. Contextualizando à luz da Bíblia, Jesus, no capítulo 18 do Livro de Mateus, diz assim: &#8220;Quem quiser ser o primeiro no Reino de Deus seja o último de todos e o servo de todos. Quem acolhe em meu nome uma criança, acolhe a mim mesmo e quem me acolhe, não é a mim que acolhe, mas aquele que me enviou”.</p>
<p>Nós do Instituto Dorcas adotamos o compromisso com a educação e formação de nossos jovens e crianças, sempre em busca de elevar o seu potencial e dar o devido protagonismo àqueles e àquelas a quem servimos. O trabalho que nós desenvolvemos é firmado na fé nAquele que nos enviou e no compromisso de transformar a realidade do Senegal, proporcionando-lhes uma vida digna no presente e cheia de esperança no futuro.</p>
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		<title>Casal de brasileiros larga tudo para alfabetizar crianças no Senegal e precisam de apoio para abrir escola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte Instituto Dorcas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 19:35:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O empresário Carlos Melo, 39 anos, mais conhecido como Carlinhos Senegal, e a gerente de banco e professora de francês Débora Melo, 39 anos,saíram do Brasil e foram para Dakar, no Senegal, para ajudar crianças e adolescentes do outro lado do Atlântico. No país, o missionário e a professora de francês decidiram construir uma escola [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-medium wp-image-1143" src="https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/ra-300x159.png" alt="" width="300" height="159" srcset="https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/ra-300x159.png 300w, https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/ra.png 520w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;">O empresário Carlos Melo, 39 anos, mais conhecido como Carlinhos Senegal, e a gerente de banco e professora de francês Débora Melo, 39 anos,saíram do Brasil e foram para Dakar, no Senegal, para ajudar crianças e adolescentes do outro lado do Atlântico. No país, o missionário e a professora de francês decidiram construir uma escola de informática e alfabetização para os senegaleses.</p>
<p style="text-align: center;">Com muito esforço, empenho e doações, o casal tem levantado a sede do Instituto Dorcas, cujas obras começaram em 2017. O local, que também fornecerá alimentação para seus estudantes, terá a capacidade de receber até 400 crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/TdBYQ2EpeZQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">Porém, para ter autorização do Ministério da Educação do Senegal, o Instituto Dorcas precisa comprovar que poderá se manter aberto por, pelo menos, um ano. Para isso, Carlos e Débora precisarão apresentar um caixa de R$ 90 mil ao órgão do governo senegalês.</p>
<p style="text-align: center;">Você pode ajudar Carlos, Débora e a entidade a abrir suas portas. <a href="https://voaa.me/escola-senegal" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a> e contribua com a vaquinha da VOAA para este lindo projeto!</p>
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		<title>Cheik Anta Diop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte Instituto Dorcas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 00:59:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você conhece Cheik Anta Diop, este rosto da foto? 🤔 Ele foi um estudioso senegalês formado em muitas ciências. Física, Filosofia, Química, Linguística, Economia, Sociologia, História, Egiptologia e Antropologia. Estudou as origens da raça humana e a cultura africana pré-colonial. Ainda hoje é considerado um dos maiores historiadores africanos do século 20. Todo o seu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class=" wp-image-1096 aligncenter" src="https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_4788-1-225x300.jpg" alt="" width="380" height="506" srcset="https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_4788-1-225x300.jpg 225w, https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_4788-1-768x1024.jpg 768w, https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_4788-1.jpg 826w" sizes="(max-width: 380px) 100vw, 380px" /></p>
<p style="text-align: center;">Você conhece Cheik Anta Diop, este rosto da foto? <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f914.png" alt="🤔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>Ele foi um estudioso senegalês formado em muitas ciências. Física, Filosofia, Química, Linguística, Economia, Sociologia, História, Egiptologia e Antropologia. Estudou as origens da raça humana e a cultura africana pré-colonial. Ainda hoje é considerado um dos maiores historiadores africanos do século 20. Todo o seu conhecimento adquirido durante sua vida foi usado para dar base à tese que defendeu: O Egito antigo era uma civilização composta por pessoas negras.</p>
<p>Nascido no Senegal, Diop veio de uma família muçulmana e foi educado em uma escola islâmica tradicional. Quando formado, mudou-se para Paris para fazer pós-graduação. Na França o senegalês defendeu a sua tese revolucionária, que foi rejeitada pela universidade de Paris. Mas isso não o parou. Ele foi o primeiro estudioso africano da Antiguidade Egipicia. Uma vez ele afirmou ser “o único preto Africano de sua geração, a ter recebido formação como um egiptólogo”, e mais importante, ele aplicou esse conhecimento em suas pesquisas sobre a história Africana.</p>
<p>Diop também era político, e a sociedade africana de sua época mostrava um ambiente de busca pela restauração da identidade africana, que se alegava que havia sido deformada pela escravidão e colonialismo. Inspirado por grandes nomes como Aimé Césaire, Diop se engajou nesta luta, mas, sendo ele mesmo um literato, buscou reconstruir a identidade africana, do ponto de vista estritamente científico e sócio-histórico. Ele acreditava que a luta pelo renascimento cultural e político do país não teria sucesso sem que se reconhecesse o papel civilizador do continente, que vem da antiga civilização egípcia.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class=" wp-image-1119 aligncenter" src="https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/th.jpg" alt="" width="515" height="289" /></p>
<p>Pode-se dizer que Cheik sabia utilizar muito bem a arte da argumentação. Ele citou autores antigos para ilustrar sua teoria de que os antigos egípcios tinham os mesmos traços físicos dos modernos africanos negros (cor da pele, tipo de cabelo). Citou, por exemplo, o historiador grego Heródoto. Este (o historiador grego) disse que os Colchians (atual Geórgia) eram “pretos, com cabelos encaracolados”. Ele usou também sua interpretação de dados antropológicos (tais como o papel do matriarcado), que, somado a dados arqueológicos resultou na inevitável conclusão de que a cultura egípcia era uma cultura africana.</p>
<p>Talvez você pergunte: por que saber tais coisas é importante? Porque o racismo ainda existe, e porque a África é o berço das ciências, mas é considerada inferior, por versões erradas, propagadas desde as eras retrógradas do darwinismo social. Hoje, a melhor Universidade do Senegal leva o seu nome. A Universidade Cheikh Anta Diop (UCAD) foi criada no ano de 1957 e inaugurada em dezembro de 1959. É uma instituição educacional com diversas escolas profissionais e possui avaliação de 3.9/5.0.</p>
<p>Sobre o artista:<br />
(@vhils), Alexandre Manuel Dias Farto é um pintor e grafiteiro português, conhecido pelos seus &#8220;Rostos&#8221; esculpidos em paredes. Tinha apenas 10 anos quando se interessou pelo grafitti e começou a pintar (mais a sério) na rua com 13 anos. Primeiro nas paredes e mais tarde em trens, com amigos ou sozinho, em Portugal e depois um pouco por toda a Europa. Ele diz que o graffiti lhe deu a base para decidir o seu futuro profissional. Passou da lata de spray para stencil e mais tarde explorou outras ferramentas e processos. Começou a perceber que o grafitti vive num círculo fechado de pessoas, mas que na rua havia grande potencial de comunicação. Já farto de pintar em paredes ilegais, passou para os posters de publicidade. Pintava-os de branco e escavava as camadas de anúncios acumulados. Experimentou voltar às paredes e esculpi-las também. E foi assim que conquistou o mundo.</p>
<p>Fonte: Portal Geledés e Escritório de Arte.<br />
Acredite também no nosso sonho! Doações através do PIX: missaosenegal@gmail.com</p>
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		<title>Modou Diouf</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte Instituto Dorcas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 23:14:03 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class=" wp-image-1106 aligncenter" src="https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_4805-1-225x300.jpg" alt="" width="366" height="488" srcset="https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_4805-1-225x300.jpg 225w, https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_4805-1-768x1024.jpg 768w, https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_4805-1.jpg 960w" sizes="(max-width: 366px) 100vw, 366px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Modou Diuf é uma criança de 11 que gosta de criar coisas a partir de material eletrônico quebrado. Lembrei um pouco da minha infância, das caixas que juntava cheia de cacarecos. Imediatamente remeti ao filme O Menino Que Descobriu o Vento, que conta a história de um menino do Malawi, na África. Curioso, muito bem criado pelos pais, cuja vida nunca foi fácil. Como se pode imaginar, num país com baixa expectativa de vida, alta mortalidade infantil, ele já podia se sentir um vitorioso aos 6 anos por conseguir ter à mesa, diariamente, a nsima, um bolo feito à base de fubá e água quente.</p>
<p>O menino frequentava clandestinamente a biblioteca da escola, que o expulsou por falta de pagamento (US$ 80 anuais). Com ajuda do livro “Using Energy”, fez um moinho de vento que acionou uma bomba para captar água do solo resseco da região onde morava. A engenhoca permitiu que o pai do menino, junto com toda a família, conseguisse romper uma violenta seca pós inundação que submetia os moradores de Malawi à fome e miséria sem nenhuma ajuda do governo.</p>
<p>O jovem tinha 14 anos e fez um moinho de cinco metros de altura utilizando uma bicicleta quebrada, uma pá de ventilador de trator, um velho amortecedor e árvores de eucalipto azuis. Depois de ligar o moinho de vento a uma bateria de carro para armazenamento, ele foi capaz de alimentar quatro lâmpadas e carregar os telefones celulares dos vizinhos. Este sistema foi ainda equipado com interruptores de luz caseiros e um disjuntor feito de pregos, fios e ímãs. O moinho foi depois ainda teve melhorias: passou a ter doze metros para melhor captar o vento acima das árvores em terceiro moinho bombeava água para irrigação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class=" wp-image-1105 aligncenter" src="https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_4807-1-225x300.jpg" alt="" width="369" height="492" srcset="https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_4807-1-225x300.jpg 225w, https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_4807-1-768x1024.jpg 768w, https://institutodorcas.com/wp-content/uploads/2021/04/IMG_4807-1.jpg 960w" sizes="(max-width: 369px) 100vw, 369px" /><br />
Modou Diuf criou este ventiladorzinho a partir de um rádio, um motor de carrinho e faz tudo isso funcionar com uma bateria de celular que é carregada com energia solar, além de ter dois tipos de hélice (!!!). Me impressiona as mentes brilhantes que a África tem, chego a dizer que a África vai dominar o planeta! Vejo esse menino em uma faculdade de engenharia, brilhando! Ele anda 5 km todos os dias para ir à escola e acabou de ganhar uma bolsa integral em nosso curso de informática. Tenho certeza de que grandes coisas e feitos sairão dele!</p>
<p>Você também pode incentivar histórias como essas através de doações:<br />
PIX: missaosenegal@gmail.com<br />
PICPAY: picpay.me/carlinhossenegal<br />
Banco do Brasil<br />
Ag: 3108-9<br />
Conta-corrente: 1000-6<br />
Titular: Família Melo Missão<br />
WHATSAPP :phone: +221774151171</p>
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		<title>Aguarde!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2019 19:43:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em breve teremos novidades aqui no blog sobre nosso instituto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em breve teremos novidades aqui no blog sobre nosso instituto.</p>
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